Do Seminário Internacional de Economia Criativa em Brasília, do qual participei como debatedor no ano passado, pincei algumas frases interessantes:
Lídia Goldenstein (economista): o Brasil precisa de uma estratégia de desenvolvimento urgente, pois estamos pisando em falso há 40 anos.
Francisco Saboya (VP da Associação Nacional de Empreendimentos Inovadores e ex-CEO do Porto Digital): parafraseando Millor, o Brasil tem um enorme passado pela frente e um grande deficit com o futuro.
Elias Jabbour (professor UERJ): o Brasil sempre foi carente de planos de longo prazo.
Ana Carla Fonsêca (economista, urbanista): as cidades se movimentam em plataformas para o desenvolvimento de suas habilidades, por isso toda análise deve estar conectada com o coletivo.
Carlos Martins (urbanista, Portugal): as cidades criativas de Portugal são pensadas como Escola, como Palco e como Espetáculo.
Carlos Leite (urbanista): as políticas públicas de economia criativa têm que ser integradas, territorializadas, permanentes e transversais.
Paula Trujillo (socióloga, Colômbia/Medellin): o sentimento de pertencimento é vital para construção de uma cidade criativa. Foi assim que Medellin se reinventou em 30 anos.
Charles Siqueira (gestor ambiental/social e coordenador do projeto Naves do Conhecimentos/RJ): a ação move a vida e a criatividade modela a jornada.
Francesco Farruggia (Diretor da Include e presidente da Fundação Campus Party): criatividade não nasce na zona de conforto.
Cláudia Leitão (socióloga, criadora do Distrito Criativo de Fortaleza): o sistema de governança é o principal vetor para o desenvolvimento transformador via economia criativa.
